quinta-feira, 7 de abril de 2011

A violência nas telonas

O avanço do "consumo da violência" é um acontecimento evidente: na mídia, o lucro é certo na exploração deste filão. Contudo, o que distingue a violência nos dias de hoje é que ela vem sendo aproveitada como uma forma, às vezes a única, de dar vazante ao crescente desagrado social, que pode dar início na própria casa, com a qual o indivíduo vê-se diariamente afrontado. Por outro lado, numa breve viagem pela história da humanidade nos ensina que a violência, em suas diversas variantes, sempre existiu, em maior ou melhor escala, são incontáveis as rebeliões e revoltas e tantas outras coisas.
Diversos estudos têm comprovado que a violência empregada nos filmes, seriados e novelas parece aumentar o nível da crise social e insensibiliza as pessoas para os dramas reais do dia-a-dia, e mais, incita jovens e crianças a reagirem com agressividade. Segundo estudos realizados sobre o nível de violência de 100 filmes americanos do ano de 1994, foram descobertas 2.184 ações violentas contra pessoas. A pesquisa constatou que todos os filmes, com exceção do drama “Quiz Show”, continham pelo menos uma cena de violência.
As crianças de hoje convivem em uma coletividade onde a violência é o principal tipo de passatempo e não têm amparo contra a venda absurda de violência e ódio pelos meios de comunicação, mesmo sabendo do valor dos pais na constituição da natureza psíquica de seus filhos. Entretanto, no caso de uma atmosfera familiar mal estruturada, a criança buscará exemplos fora do recinto familiar para estabelecer seu princípio de valor ético-moral. Ou seja, na carência de referências no espaço onde está inserida, a criança pode adotar aquilo que a televisão exibe como coordenadas de apoio na construção de seus valores.
O problema não considera exclusivamente a quantidade de cenas de violência, mas também o modo como elas são retratadas, sendo que na maior parte das vezes as vítimas sofrem poucas lesões físicas em comparação ao grau de ofensas que receberam e as ações violentas parecem sempre ser justificadas e nunca são punidas. Perante a crescente violência mundial, algumas medidas devem ser tomadas em relação aos meios de comunicação, que necessitam variar o enfoque de seus filmes, estimando as relações de paz e solidariedade, em detrimento da violência.

Aqui você confere um vídeo com alguns dos vários títulos do cinema que têm a violência como tema:

quinta-feira, 24 de março de 2011

Os blocos econômicos na globalização

A globalização se concretizou com a abertura comercial e a livre circulação de capitais e serviços em escala mundial. As disputas acirradas na esfera do mercado global, entre empresas e países, beneficiaram a formação de blocos econômicos regionais. Por meio destes blocos formam-se alianças econômicas numa "guerra" de mercado, em que os sócios estabelecem relações econômicas privilegiadas.

Os principais blocos econômicos do mundo são:

UNIÃO EUROPÉIA: A União Européia ( UE ) foi oficializada no ano de 1992, através do Tratado de Maastricht. A União Européia possui políticas trabalhistas, de defesa, de combate ao crime e de imigração em comum. A UE tem os seguintes órgãos : Comissão Européia, Parlamento Europeu e Conselho de Ministros. Este bloco também possui uma moeda única que é o EURO, um sistema financeiro e bancário comum.
NAFTA: Começou a funcionar no início de 1994 e oferece aos países membros vantagens no acesso aos mercados dos países integrantes. Estabeleceu o fim das barreiras alfandegárias, regras comerciais em comum, proteção comercial e padrões e leis financeiras. Fazem parte do NAFTA ( Tratado Norte-Americano de Livre Comércio ) os seguintes países: Estados Unidos, México e Canadá.
MERCOSUL: O Mercosul ( Mercado Comum do Sul ) foi oficialmente estabelecido em março de 1991. É formado pelos seguintes países da América do Sul : Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina. O objetivo principal do Mercosul é eliminar as barreiras comerciais entre os países, aumentando o comércio entre eles.
APEC: A APEC (Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico) foi criada em 1993 na Conferência de Seattle (Estados Unidos da América). Somadas as produções industriais de todos os países participantes, chega-se a metade de toda produção mundial. Quando estiver em pleno funcionamento (previsão para 2020), será o maior bloco econômico do mundo.
ALCA: A ALCA ( Acordo de Livre Comércio das Américas ) surge em 1994 com o objetivo de eliminar as barreiras alfandegárias entre os 34 países americanos (exceto Cuba). O prazo mínimo para a sua formação é de 7 anos, quando poderá transformar-se em um dos maiores blocos comerciais do mundo.
G-8: O Grupo dos 8 é formado pelos 8 países mais industrializados do mundo e tem como objetivo coordenar a política econômica e monetária mundial. Em reunião realizada em 1997, em Denver (EUA), a Federação Russa é admitida como país-membro, mas não participa das discussões econômicas. O G-8 realiza três encontros anuais, sendo o mais importante a reunião de chefes de governo e de Estado, quando os dirigentes assinam um documento final que deve nortear as ações dos países membros.


quinta-feira, 3 de março de 2011

O Clube da Esquina

Alguns jovens músicos mineiros se reuniram na década de 60 e marcaram época na história da música brasileira e porque não, mundial. Este movimento ficou conhecido como Clube da Esquina e até hoje é uma grande influência para músicos de várias vertentes do mundo inteiro.
Abaixo você pode conhecer um pouco do Clube da Esquina pelo audioslideshow: